As Motas
Ao contrário da maioria dos “motards” não entrei no mundo das duas rodas através da bicicleta, no entanto, uma coisa tenho em comum - o pedal! Alguma coisa deve ter ficado destas pedaladas, a bicicleta acabou por chegar, e foi a “perdição”. Quando, anos depois, fui para a tropa, era com esta “cinquentinha” que me deslocava para os quartéis por onde passei, tais como, Santarém, Mafra ou Setúbal. Quando chegava o fim-de-semana, aí estava eu na estrada a caminho de casa ou de regresso (ao domingo à noite) ao quartel, com a minha fiel companheira. Nos quartéis que ficavam mais perto do Alfeite (onde morava), ainda dava para dar um saltinho a casa a meio da semana. Eram fantásticos os momentos de Liberdade que desfrutava nestas pequenas escapadelas conduzindo a minha “cinquentinha” que nunca me deixou ficar a meio do caminho e, o regresso ao quartel era sempre feito de noite! Também com ela fiz muitas deslocações a Reguengos de Monsaraz terra da minha mãe. Demorava uma eternidade, e algumas vezes debaixo de chuva (e sem os sofisticados equipamentos de hoje) ficando que nem um pinto, mas a motinha sempre impecável. Foi, como disse, uma companheira fiel e fiável! Depois, fui para a guerra colonial, em Cabinda (Angola). Estive, assim, mais de dois anos sem poder utilizá-la, ficando um amigo meu (O Tomás) a cuidar dela com o mesmo carinho que eu lhe dedicava. O fascínio pelos “Minis” e o aumento da família, levou-me (novamente) para as quatro rodas (agora sem dar ao pedal) e outras prioridades, impediram-me de juntar ao carro a mota. Mas, um “bichinho” como este (que nunca morre), o transito infernal mais o tempo perdido para chegar ao trabalho, levaram-me a voltar ás motas. A segunda mota e primeira XJ600N, chegou às minhas mãos (em 1998) e com ela fiz cerca de 20.000Km, com uma pequena queda pelo meio ao encontrar, em Leiria, areia numa curva onde ela (a areia) não deveria estar. Finalmente, voltei a ficar apto para as motas e lá fui a caminho da loja mais próxima. A minha opção foi, agora, para a Honda Deauville (em 2002). Neste momento (Dezembro de 2005) já percorri na minha Deauville NT650, e sempre com a minha mulher, mais de 52.000Km, incluindo, duas viagens lá por fora, de 4000Kms uma e 6000Kms outra (ver “mototurismo” ) e com um notável desempenho. É uma excelente mota! Agora (desde Março 2006), a minha mota é uma Deauville NT700 e já vou com 32.000Km feitos, portanto, substituí a mota mas não o modelo. A escolha de uma mota será sempre uma opção pessoal mas, sem querer influenciar ninguém, a escolha deve ser… uma Deauville! E agora, caro leitor, convido-o a conhecer especificamente A Deauville… |
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| Começar de carrinho… |
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| A primeira mota | |||||
| Com BM do meu primo | |||||
| Segunda mota XJ600N | |||||
| Terceira mota XJ600S | |||||
| Quarta mota a Deauville NT650 | |||||
| NT650 com extras | |||||
| Painel da NT650 | |||||
| Quinta mota a Deauville NT700 | |||||
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